Escolas da rede municipal discordaram do resultado final do Pátria Amada, ontem. Educadores acreditam que houve uma ‘mãozinha’ em favor da vencedora, a Escola Marieta Borges. A crítica recai sobre o corpo de jurados do concurso e a fuga da escola vitoriosa ao tema proposto.
A professora Cláudia Gonçalves aponta para as relações extra-concurso que, no seu entendimento, prejudicam a avaliação final dos trabalhos. A escola vencedora fugiu ao tema (medidas preventivas no combate à dengue), e venceu. A ‘mãozinha’, diz a professora, teria sido da assessora do secretário de educação, Gustavo Lisboa. “Ela (professora Lurdinha) é muito amiga da diretoria da escola vencedora, a Marieta Borges. O jurado tinha que ser externo, e não da rede”.
Cláudia critica, por exemplo, o fato da proposta do programa premiar ações preventivas de combate à dengue e a vencedora levar o prêmio porque estimulou a comunidade a doar sangue para as vítimas da doença. “Essa é uma ação preventiva de combate à doença?”, questiona. Com a palavra, a secretaria de educação.



















